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Brasil efetiva extradições em cooperação com Colômbia e Peru

A autoridade central brasileira para o assunto é exercida pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional
por publicado: 05/02/2018 19h13 última modificação: 06/02/2018 12h02

Brasília, 5/2/18 - O Brasil efetivou na primeira semana de fevereiro duas extradições a pedido de Estados estrangeiros. A primeira, realizada nesta quinta-feira (1), em cooperação com Colômbia, foi a extradição de José Julian Serrano Espinosa. O extraditando foi condenado em seu país à pena de 33 anos e quatro meses de prisão por ter assassinado a namorada, em 2013, na cidade de Cali, Colômbia. Espinosa foi preso preventivamente para fins de extradição, em Londrina-PR, em 2015. Após o governo colombiano apresentar o pedido formal, a extradição de Espinosa foi deferida pelo Supremo Tribunal Federal e a entrega do extraditando ao governo colombiano foi autorizada pelo Ministério da Justiça (MJ).  

Na sexta-feira (2), foi efetivada a extradição do holandês Bjorn Ron Den Brekera, a pedido do governo peruano, onde o estrangeiro era procurado pela justiça peruana para responder pelo crime de tráfico internacional de drogas. Brekera foi preso em setembro de 2016, por força da difusão vermelha da Interpol. O pedido de extradição foi deferido pelo Supremo Tribunal Federal e a entrega do extraditando ao governo do Peru foi autorizada pelo Ministério da Justiça.  

Os procedimentos para a efetivação das extradições foram realizados pela Autoridade Central Brasileira, exercida pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) da Secretaria Nacional de Justiça do MJ, com auxílio da Polícia Federal/Interpol e do Ministério das Relações Exteriores.

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